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	<title>Publicidade e Propaganda, Marketing e Cinema</title>
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	<description>Publicidade e Propaganda, Marketing e Cinema no Blog Galo Clandestino!</description>
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		<title>Crítica &#124; Precisamos Falar Sobre o Kevin</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 19:24:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Lipka</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
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		<description><![CDATA[(We Need To Talk About Kevin &#8211; Di. Lynne Ramsay) Qualquer um que tenha lido Precisamos Falar Sobre o Kevin deve ter se perguntado &#8220;Mas porque diabos vão fazer um filme sobre esse livro?&#8221;. E não pela velha desculpa de &#8220;o livro é melhor que o filme&#8221;, mas pela própria estrutura deste: narrado em primeira pessoa através [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton4296" class="tw_button" style="float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fbit.ly%2Fw0aQmu&amp;via=galoclandestino&amp;text=Cr%C3%ADtica%20%7C%20Precisamos%20Falar%20Sobre%20o%20Kevin&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=vertical&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.galoclandestino.com.br%2Fcritica-precisamos-falar-sobre-o-kevin" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.galoclandestino.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;"></a></div><div><strong><br />
</strong></div>
<div>
<div><strong>(We Need To Talk About Kevin &#8211; Di. Lynne Ramsay)</strong></div>
<div><strong><br />
</strong></div>
<div>Qualquer um que tenha lido <strong>Precisamos Falar Sobre o Kevin</strong> deve ter se perguntado &#8220;Mas porque diabos vão fazer um filme sobre esse livro?&#8221;. E não pela velha desculpa de &#8220;o livro é melhor que o filme&#8221;, mas pela própria estrutura deste: narrado em primeira pessoa através de cartas de uma mãe, cujo filho de 16 anos cometeu um massacre, o livro conta a história através da visão de sua personagem, praticamente sem grandes detalhes sobre o tal incidente, e muito mais descrições extremamente subjetivas sobre sua decadência familiar e profissional.</div>
<div>Dito isso&#8230; como é bom ser surpreendido.</div>
<div>Precisamos Falar Sobre o Kevin consegue escapar das armadilhas que poderiam surgir na adaptação graças a direção de <strong>Lynne Ramsay</strong> que ao invés de concentrar sua atenção na trama, cria um filme sobre emoções ambíguas e sombrias. A estrutura, aliás, lembra muito a de alguns trabalhos de<strong> Gus Van Sant</strong>, como<strong> Elefante </strong>e <strong>Paranoid Park</strong>(curiosamente, também filmes que envolviam tragédias adolescentes). Outro ponto bastante positivo está nas soluções visuais da diretora para trechos importantíssimos do livro que, dificilmente sairiam naturais no filme &#8211; e só leia aqui se já conhece a história &#8211; como o momento no livro em que Kevin revela a Eva que não a matou para não matar sua platéia, algo mostrado no filme quando o garoto presta reverência depois do massacre, e a imagem da mãe aparece em seguida.</div>
<div><strong>Tilda Swinton</strong> surge absolutamente perfeita como Eva, a protagonista, retratando de forma instigante o sofrimento de sua personagem, e sem qualquer medo de revelar o seu lado mais sombrio (algo absolutamente fundamental para a compreensão da relação entre mãe e filho na história). Enquanto <strong>John C. Reilly </strong>praticamente repete seu personagem em As Horas, o pai distante que insiste em ver sua família como perfeita, quando claramente está longe disso.</div>
<div>Talvez o único problema do filme, seja o próprio Kevin. Não pelos atores que o interpretam, mas pela falta de ousadia na adaptação. Se no livro a falta de complexidade do personagem vinha pela subjetividade da história, aqui o mesmo não funciona, e em alguns momentos a sensação de que estamos vendo algo mais para <strong>A Colheita Maldita</strong> ou <strong>A Profecia</strong>do que um drama complexo atrapalha. Há apenas dois momentos em que o filme consegue fazer o personagem surgir mais complexo do que no livro: aquele depois em que o garoto faz um discurso sádico enquanto come uma fruta que não gosta, e o da última cena, cuja mudança no diálogo do roteiro melhora e muito a cena.</div>
<div>Contando ainda com um trabalho fabuloso de <strong>Jonny Greenwood </strong>na trilha sonora, Precisamos Falar Sobre o Kevin é um filme bem sucedido em transportar para as telas todo o peso e a complexidade do livro. E mesmo sendo uma pena que tenha faltado um pouco mais de ousadia na hora de criar mudanças na história, trata-se de um raro filme que funciona mais como um complemento a sua obra de origem do que uma mera adaptação.</div>
<div></div>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>NOTA: 9</strong></span></p>
</div>
<div class="google_plus_one" style="margin:30px 0 15px 0;"><g:plusone size="standard" count="true" url="http://www.galoclandestino.com.br/critica-precisamos-falar-sobre-o-kevin"></g:plusone></div><div class='wpfblike' style='height: 60px;'><fb:like href='http://www.galoclandestino.com.br/critica-precisamos-falar-sobre-o-kevin' layout='default' show_faces='true' width='400' action='like' colorscheme='light' send='false' /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Novos comerciais da Old Spice invadem propagandas da Procter &amp; Gamble!</title>
		<link>http://www.galoclandestino.com.br/novos-comerciais-da-old-spice-invadem-propagandas-da-procter-gamble</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 19:17:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Mariot</dc:creator>
				<category><![CDATA[Publicidade e Propaganda]]></category>
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		<category><![CDATA[comercial]]></category>
		<category><![CDATA[propaganda]]></category>
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		<description><![CDATA[Ta, eu sei que tanto a Old Spice quanto os outros produtos que vocês verão neste post são da Procter &#38; Gamble, mas que gera mesmo assim um espanto, isso ele gera! Mas pra quem está perdido, irei explicar melhor. Tudo mundo provavelmente da ouviu falar dos comerciais da Old Spice certo? Pra quem nunca ouviu, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton4291" class="tw_button" style="float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fbit.ly%2FzTGxN7&amp;via=galoclandestino&amp;text=Novos%20comerciais%20da%20Old%20Spice%20invadem%20propagandas%20da%20Procter%20%26%23038%3B%20Gamble%21&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=vertical&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.galoclandestino.com.br%2Fnovos-comerciais-da-old-spice-invadem-propagandas-da-procter-gamble" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.galoclandestino.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;"></a></div><p>Ta, eu sei que tanto a <strong>Old Spice</strong> quanto os outros produtos que vocês verão neste post são da <strong>Procter &amp; Gamble</strong>, mas que gera mesmo assim um espanto, isso ele gera!</p>
<p>Mas pra quem está perdido, irei explicar melhor. Tudo mundo provavelmente da ouviu falar dos comerciais da<strong> Old Spice</strong> certo? Pra quem nunca ouviu, dá pra entender bem a ideia dos caras de ser algo um pouco <em>nonsense</em> através dos comerciais antigos deles no canal oficial do <a href="http://www.youtube.com/user/OldSpice?blend=2&amp;ob=0">Youtube</a>, ou também nesse antigo artigo do Galo chamado <a href="http://www.galoclandestino.com.br/old-spice-motorcycle" target="_blank">Motorcycle</a>.</p>
<p>Desta vez, os caras resolveram fazer um cross marketing entre comercias das marcas de sabão <strong>Bounce</strong> e do papel higiênico <strong>Charmin </strong>ambas da empresa <strong>Procter &amp; Gamble.</strong></p>
<p>A ideia continua sendo o humor e nonsense, além de contar com seu garoto-propaganda mais novo Terry Crews. O comercial que começa divulgando um dos produtos citados termina divulgando a linha de desodorante corporal da Old Spice. Vale a pena ver.</p>
<div class="google_plus_one" style="margin:30px 0 15px 0;"><g:plusone size="standard" count="true" url="http://www.galoclandestino.com.br/novos-comerciais-da-old-spice-invadem-propagandas-da-procter-gamble"></g:plusone></div><div class='wpfblike' style='height: 60px;'><fb:like href='http://www.galoclandestino.com.br/novos-comerciais-da-old-spice-invadem-propagandas-da-procter-gamble' layout='default' show_faces='true' width='400' action='like' colorscheme='light' send='false' /></div>]]></content:encoded>
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		<title>AXE &#124; The Cleaner</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 12:36:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Mariot</dc:creator>
				<category><![CDATA[Publicidade e Propaganda]]></category>
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		<description><![CDATA[A marca AXE acabou de lançar mais uma campanha que vai causar muito barulho. A marca continua com seu posicionamento direcionado para homens e também continua sendo objeto de ódio de muitas mulheres como podemos ver em outras campanhas da marca, principalmente a &#8220;O Fim do Mundo em uma Arca de Noé Diferente&#8221; que apareceu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton4286" class="tw_button" style="float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fbit.ly%2FzHsPlp&amp;via=galoclandestino&amp;text=AXE%20%7C%20The%20Cleaner&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=vertical&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.galoclandestino.com.br%2Faxe-the-cleaner" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.galoclandestino.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;"></a></div><p>A marca <strong>AXE</strong> acabou de lançar mais uma campanha que vai causar muito barulho. A marca continua com seu posicionamento direcionado para homens e também continua sendo objeto de ódio de muitas mulheres como podemos ver em outras campanhas da marca, principalmente a <a href="http://www.galoclandestino.com.br/axe-2012-o-fim-do-mundo-em-uma-arca-de-noe-diferente" target="_blank">&#8220;O Fim do Mundo em uma Arca de Noé Diferente&#8221;</a> que apareceu aqui no <strong>Galo</strong>.</p>
<p>Se essas foram motivos de discussão, esperem para ver o que a <strong>Axe</strong> fez na Argentina. A ideia é o seguinte: como o perfume de Axe é irresistível (segundo eles) é natural ter diversas mulheres aos seus pés, mas como fazer para que uma não encontre os traços da outra em você ou no seu apartamento? E é aí que a <strong>Axe</strong> entra com o <strong>The Cleaner</strong> (ou no nosso querido português: O Limpador).</p>
<p><strong>The Cleaner</strong> é o cara que você deve ligar pra ajudar você a desaparecer com as provas de uma mulher que esteve com você, mas calma, sem partir para o homicídio é claro! O cara se veste como mafioso, tem jeito de mafioso, porém é só um detalhista que dá uma geral bacana em você e na sua residência para que você possa receber diversas mulheres sem que uma desconfie de outra.</p>
<p>Ao fim do post vocês podem ver dois comerciais da campanha, que claro, também faz a divulgação da linha de produtos para banho, que promete tirar os mais difíceis perfumes femininos.</p>
<p>Também há um hotsite que você pode conferir novos capítulos da saga <strong>The Cleaner </strong>e ter mais infos sobre os produtos: <a href="http://www.axe.com.ar/limpialosrastros/">www.axe.com.ar/limpialosrastros</a></p>
<p>É&#8230;.acho que agora a <strong>Axe</strong> comprou uma briga feia com diversas mulheres em!</p>
<p>A criação é da <strong>Ponce</strong>:</p>
<div class="google_plus_one" style="margin:30px 0 15px 0;"><g:plusone size="standard" count="true" url="http://www.galoclandestino.com.br/axe-the-cleaner"></g:plusone></div><div class='wpfblike' style='height: 60px;'><fb:like href='http://www.galoclandestino.com.br/axe-the-cleaner' layout='default' show_faces='true' width='400' action='like' colorscheme='light' send='false' /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Crítica &#124; Millennium &#8211; Os Homens Que Não Amavam As Mulheres</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 13:01:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Lipka</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[(The Girl With The Dragon Tattoo &#8211; Dir. David Fincher) Pouco tempos depois de conferir no cinema o original sueco Os Homens Que Não Amavam as Mulheres, foi divulgada a informação de que David Fincher dirigiria o remake. Apesar de tudo o que sabemos sobre remakes (são feitos basicamente pela preguiça dos americanos em ler legendas, etc&#8230;) achei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton4283" class="tw_button" style="float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fbit.ly%2FAeYf0y&amp;via=galoclandestino&amp;text=Cr%C3%ADtica%20%7C%20Millennium%20%26%238211%3B%20Os%20Homens%20Que%20N%C3%A3o%20Amavam%20As%20Mulheres&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=vertical&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.galoclandestino.com.br%2Fcritica-millennium-os-homens-que-nao-amavam-as-mulheres" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.galoclandestino.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;"></a></div><p><strong>(The Girl With The Dragon Tattoo &#8211; Dir. David Fincher)</strong></p>
<div>Pouco tempos depois de conferir no cinema o original sueco <strong>Os Homens Que Não Amavam as Mulheres</strong>, foi divulgada a informação de que <strong>David Fincher</strong> dirigiria o remake. Apesar de tudo o que sabemos sobre remakes (são feitos basicamente pela preguiça dos americanos em ler legendas, etc&#8230;) achei uma grande idéia, afinal o filme sueco apresentava diversos problemas que vinham como consequência de um só: não souberam como contar aquela história complexa de uma maneira interessante.</div>
<div>E se <strong>Zodíaco</strong>, <strong>Clube da Luta</strong>, <strong>Vidas em Jogo</strong> e <strong>Se7en</strong> mostraram alguma coisa, foi a capacidade impressionante de David Fincher de conduzir histórias sombrias e complexas de maneira fascinante, e o melhor: sempre fugindo das soluções fáceis e artificialidades típicas do gênero em Hollywood. E sua versão para a história não só supera em todos os aspectos o filme sueco, como se mostra mais um trabalho instigante dentro de sua já brilhante filmografia.</div>
<div>O filme tem um ritmo invejável, culpa do roteiro de <strong>Steve Zaillian</strong> que graças a pequenas mudanças, consegue tornar todo o primeiro ato extremamente eficiente (como a maneira econômica em como mostra o processo contra o protagonista), e da montagem de <strong>Kirk Baxter</strong> e <strong>Angus Wall</strong>, que transita com perfeição entre suas tramas paralelas e flashbascks de maneira orgânica e clara (e junto com a montagem de<strong>Drive</strong>, é a melhor do ano passado). Além disso, o diretor de fotografia<strong>Jeff Cronenweth </strong>provavelmente entrega seu melhor trabalho até aqui, utilizando com sabedoria as locações, especialmente a claustrofóbica ilha da família Vanger.</div>
<div>Cineasta que sempre foi injustamente diminuído pela maneira considerada excessiva em como usava efeitos especiais, Fincher vinha fazendo um trabalho cada vez mais econômico desde o realmente excessivo O <strong>Quarto do Pânico</strong>, mas aqui volta a se divertir, como na belíssima tomada que se move em direção a Lisbeth, e termina mostrando-a num close de cabeça para baixo, ou pela ótima cena de perseguição no ato final. Outro aspecto que mostra como Fincher está a vontade, são as referências espalhadas sobre sua própria equipe (como a camiseta do <strong>Nine Inch Nails</strong>, banda de <strong>Trent Reznor</strong>, de um personagem que pouco aparece).</div>
<div><strong>Daniel Craig </strong>faz um ótimo trabalho como Mikael Blomkvist, sutil e inteligente, e bem acompanhado por <strong>Stellan Skarsgaard </strong>e <strong>Christopher Plummer</strong>, com suas presenças sempre marcantes. Mas o filme pertence a<strong>Rooney Mara</strong>, numa atuação brilhante como Lisbeth Salander, deixando de queixo caído qualquer um que achava que sairia perdendo para <strong>Noomi Rapace</strong> (que também está sensacional no outro longa, e aliás, é a única coisa sensacional no original). Aliás, Rooney leva uma forte vantagem em cima de Noomi pelo seu próprio físico: magra e baixinha, ela parece extremamente frágil diante das ameaçadoras situações ao seu redor. Utilizando um visual forte propositalmente criado para afastar outras pessoas, e as encarando apenas quando lhe convém, Lisbeth se torna indiscutivelmente a protagonista do projeto, algo que o diretor deixa claro não apenas com a mudança no título, mas também como a já clássica abertura, que dá dicas sobre o tumultuado interior da garota e seu passado violento.</div>
<div>Outro grande mérito do filme é o seu terceiro ato, curiosamente o maior problema do filme sueco: mesmo que a resolução da trama principal aconteça muito antes do desfecho, o roteiro fecha toda a história da família Vanger logo depois disso, dedicando sua sequência final apenas para Lisbeth e Mikael, (enquanto no original as tramas ocorriam paralelamente de maneira cansativa, dando a impressão de um filme que não sabia direito como acabar).</div>
<div>Quando assisti ao original, sai do cinema lamentando que uma história tão boa tenha parecido tão chata. Tanto foi assim, que nem sequer cheguei a avaliar o seu conteúdo: além da óbvia questão da violência contra a mulher, vinha também a visão cínica das grandes empresas financeiras com seu passado atrelado ao nazismo. Alguns podem argumentar que o filme americano pasteurizou o conteúdo e tudo isso ficou mais &#8220;fácil&#8221; de ser entendido. Já eu, acho que só na versão americana me senti estimulado o suficiente para pensar sobre isso.</div>
<div></div>
<div><span style="color: #ff0000;"><strong>NOTA: 9</strong></span></div>
<div class="google_plus_one" style="margin:30px 0 15px 0;"><g:plusone size="standard" count="true" url="http://www.galoclandestino.com.br/critica-millennium-os-homens-que-nao-amavam-as-mulheres"></g:plusone></div><div class='wpfblike' style='height: 60px;'><fb:like href='http://www.galoclandestino.com.br/critica-millennium-os-homens-que-nao-amavam-as-mulheres' layout='default' show_faces='true' width='400' action='like' colorscheme='light' send='false' /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Realidade Aumentada dominando o mundo!</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 12:58:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Mariot</dc:creator>
				<category><![CDATA[Publicidade e Propaganda]]></category>
		<category><![CDATA[efeitos visuais]]></category>
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		<description><![CDATA[A Realidade Aumentada não é mais uma novidade podemos assim dizer. Já vimos diversas campanhas aqui no Galo que usaram e abusaram dessa tecnologia, no qual é possível criar elementos virtuais em nossa realidade, porém sendo vista através de uma tela de computador ou celular. Irei mostrar hoje duas ações geniais que utilizaram o R.A., [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton4279" class="tw_button" style="float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fbit.ly%2FzF83Cl&amp;via=galoclandestino&amp;text=Realidade%20Aumentada%20dominando%20o%20mundo%21&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=vertical&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.galoclandestino.com.br%2Frealidade-aumentada-dominando-o-mundo" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.galoclandestino.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;"></a></div><p>A <strong>Realidade Aumentada</strong> não é mais uma novidade podemos assim dizer. Já vimos diversas campanhas aqui no Galo que usaram e abusaram dessa tecnologia, no qual é possível criar elementos virtuais em nossa realidade, porém sendo vista através de uma tela de computador ou celular.</p>
<p>Irei mostrar hoje duas ações geniais que utilizaram o R.A., uma delas foi realizada pela <strong>Taronga Zoo</strong> na Austrália ( um zoológico que existe desde 1916) e a outra foi realizada pela <strong>Mahindra &amp; Mahindra </strong>(ou simplesmente <em>Mahindra)</em> é uma empresa automobilística indiana, que fabrica caminhões e automóveis.</p>
<p>No caso<strong> Taronga Zoo</strong>, a ideia foi utilizar a RA de forma didática, ensinado criança e jovens que economizar energia pode ajudar até a vida marinha em nosso mundo. Para explicar esta complexa ideia a crianças entre 3 a 14 anos, o pessoal da agência <strong>Blaze Advertising</strong> resolveu fazer uma animação interativa com um leão-marinho, no qual cada ação de economia de energia fornecia um tipo de brincadeira diferente com o animal.</p>
<p>A ação foi um sucesso e você pode ver o vídeo-case logo abaixo:</p>
<p>O segundo caso que trago hoje, o da marca automobilística <strong>Mahindra</strong>, aconteceu em um evento de exposição de carros na Índia e teve foco em um modelo particular da marca, o <strong>Mahindra XUV500</strong> (modelo utilitário da empresa).</p>
<p>O apelo deste carro é a potência e velocidade, e por este motivo, resolveram utilizar um Cheetah (ou como conhecemos, o Guepardo) como simbolo (pois pra quem não lembra, é o animal terrestre mais rápido do mundo). A ideia a partir daí foi simples: trazer esse animal no meio de uma feira de carros! Simples né? Claro que a ajuda do RA foi bem vinda para não ocorrer nenhum incidente.</p>
<p>Através de um telão acima do carro, era possível ver o Guepardo interagindo com o público e com o carro em plena feira o que chamou atenção e deixou muito curioso de boca aberta.</p>
<p>Ideia simples e fácil, confira a ação feita pela agência <strong>Hungama Digital Media Entertainment</strong>:</p>
<div class="google_plus_one" style="margin:30px 0 15px 0;"><g:plusone size="standard" count="true" url="http://www.galoclandestino.com.br/realidade-aumentada-dominando-o-mundo"></g:plusone></div><div class='wpfblike' style='height: 60px;'><fb:like href='http://www.galoclandestino.com.br/realidade-aumentada-dominando-o-mundo' layout='default' show_faces='true' width='400' action='like' colorscheme='light' send='false' /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Call Of Duty MW3 e Anistia Internacional &#124; Amnesty Rescue</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 12:47:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Ação]]></category>
		<category><![CDATA[games]]></category>
		<category><![CDATA[projeto social]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma das discussões que mais rendem no mundo publicitário nos últimos tempos é como reinventar a publicidade. Por exemplo, como fazer merchandising de uma forma diferente ou como inserir a publicidade nos conteúdos sem agredir visualmente o público. A Anistia Internacional conseguiu traduzir tudo isso em uma iniciativa junto a Activision, para ser desenrolada no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton4272" class="tw_button" style="float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fbit.ly%2FyG7C4k&amp;via=galoclandestino&amp;text=Call%20Of%20Duty%20MW3%20e%20Anistia%20Internacional%20%7C%20Amnesty%20Rescue&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=vertical&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.galoclandestino.com.br%2Fcod-mw3-anistia-internacional-mod" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.galoclandestino.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;"></a></div><p style="text-align: justify;">Uma das discussões que mais rendem no mundo publicitário nos últimos tempos é como reinventar a publicidade. Por exemplo, como fazer merchandising de uma forma diferente ou como inserir a publicidade nos conteúdos sem agredir visualmente o público.</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>Anistia Internacional</strong> conseguiu traduzir tudo isso em uma iniciativa junto a <strong>Activision</strong>, para ser desenrolada no game <strong>Call Of Duty Modern Warfare 3</strong>, lançado ano passado e que vendeu mais de 20 milhões de cópias. A ideia é utilizar os mais de 7 milhões de jogadores que jogam <strong>COD MW3</strong> todos os dias no modo Multiplayer. Como? A ideia é simples, eles disponibilizariam um novo mapa (ou mod) para o jogo na PSN Store ou na Xbox Live ao custo de U$1.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste mod, intitulado <strong>Amnesty Rescue</strong>, os jogadores tem que salvar pessoas vítimas de violações dos direitos humanos. Todo o dinheiro arrecadado seria doado para a Anistia Internacional, que combate diariamente problemas como esse, muitas vezes sem verbas expressivas.</p>
<p>A criação é da agência <strong>Strange Day</strong> de Amsterdã.</p>
<p style="text-align: justify;">E a Anistia Internacional também já fez uma ação parecida, mas na plataforma do game concorrente, o Battlefield 3.</p>
<div class="google_plus_one" style="margin:30px 0 15px 0;"><g:plusone size="standard" count="true" url="http://www.galoclandestino.com.br/cod-mw3-anistia-internacional-mod"></g:plusone></div><div class='wpfblike' style='height: 60px;'><fb:like href='http://www.galoclandestino.com.br/cod-mw3-anistia-internacional-mod' layout='default' show_faces='true' width='400' action='like' colorscheme='light' send='false' /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Audi &#124; Vampire Party</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 12:09:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Mariot</dc:creator>
				<category><![CDATA[Publicidade e Propaganda]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[comercial]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[youtube]]></category>

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		<description><![CDATA[Comercial bobo que a Audi fez mas que me fez dar uma certa risada. A empresa seguiu o embalo da popularização de filmes e séries de vampiros e fez uma brincadeira com tudo isso para divulgar um diferencial de seus carros, as lanternas super potentes de LED. A ideia é mostrar que a marca conseguiu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton4268" class="tw_button" style="float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fbit.ly%2Fxd0mZM&amp;via=galoclandestino&amp;text=Audi%20%7C%20Vampire%20Party&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=vertical&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.galoclandestino.com.br%2Faudi-vampire-party" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.galoclandestino.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;"></a></div><p>Comercial bobo que a <strong>Audi</strong> fez mas que me fez dar uma certa risada. A empresa seguiu o embalo da popularização de filmes e séries de vampiros e fez uma brincadeira com tudo isso para divulgar um diferencial de seus carros, as lanternas super potentes de LED.</p>
<p>A ideia é mostrar que a marca conseguiu trazer a luz do dia para seus carros através de um potente sistema de LED. E nada melhor que mostrar isso em uma festa de vampiros&#8230;certo!?</p>
<p>Vale a pena dizer também que a marca lançou a hashtag #SoLongVampires pro pessoal ficar tirando onda no twitter e um game através de um aplicativo no <strong>Facebook</strong>, que você pode encontrar no link <strong><a href="http://apps.facebook.com/racethelight/">apps.facebook.com/racethelight/</a></strong>. A lógica do jogo é fácil, simplesmente você tem que conseguir os frames do comercial que estão espalhados no cenário em um menor tempo possível.</p>
<p>Veja o comercial de toda a campanha:</p>
<div class="google_plus_one" style="margin:30px 0 15px 0;"><g:plusone size="standard" count="true" url="http://www.galoclandestino.com.br/audi-vampire-party"></g:plusone></div><div class='wpfblike' style='height: 60px;'><fb:like href='http://www.galoclandestino.com.br/audi-vampire-party' layout='default' show_faces='true' width='400' action='like' colorscheme='light' send='false' /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Crítica &#124; 50%</title>
		<link>http://www.galoclandestino.com.br/critica-5050</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 12:47:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Lipka</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
		<category><![CDATA[trailer]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[Comédias dramáticas sempre pipocam no cinema independente, e a quantidade de porcarias do gênero já deixam os cinéfilos com um certo receio quando se ouve falar de um novo exemplar. Nesse sentido, 50% é um alívio, equilibrando drama e humor na medida certa, e em alguns momentos, até surpreendendo em sua abordagem. Joseph Gordon-Levitt interpreta Adam, um jovem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton4263" class="tw_button" style="float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fbit.ly%2FyjOw47&amp;via=galoclandestino&amp;text=Cr%C3%ADtica%20%7C%2050%25&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=vertical&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.galoclandestino.com.br%2Fcritica-5050" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.galoclandestino.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;"></a></div><div>Comédias dramáticas sempre pipocam no cinema independente, e a quantidade de porcarias do gênero já deixam os cinéfilos com um certo receio quando se ouve falar de um novo exemplar. Nesse sentido, <strong>50%</strong> é um alívio, equilibrando drama e humor na medida certa, e em alguns momentos, até surpreendendo em sua abordagem.</div>
<div><strong>Joseph Gordon-Levitt</strong> interpreta Adam, um jovem de 27 anos que descobre ter câncer na espinha. Em meio a batalha contra a doença, seu relacionamento com a namorada, problemático desde antes, desmorona aos poucos, e a distância com a mãe começa a ser sentida. Adam encontra algum conforto no melhor amigo Kyle (<strong>Seth Rogen</strong>) e na psicóloga novata Katie (<strong>Anna Kendrick</strong>).</div>
<div>O roteiro de <strong>Will Reiser</strong> (baseado em fatos reais) acerta na forma direta de como encara a doença, e nas consequências dela para a vida de Adam: do fato de ele não saber dirigir (o que o torna extremamente dependente das pessoas a sua volta), até os já conhecidos sintomas da quimioterapia. Por outro lado, é uma pena que o filme sinta a necessidade de manter uma estrutura de comédia romântica da metade para o final, e pior, deixe sem desfecho a trama com o personagem vivido por <strong>Phillip Baker Hall</strong>, numa ponta fabulosa que é completamente abandonada num dos momentos mais fortes do filme. E porque dedicar tanto tempo a demonstrar a rotina profissional do rapaz, se isso jamais será citado de forma significativa na trama mais adiante?</div>
<div>Joseph Gordon-Levitt é um ótimo ator, e tem duas cenas impressionantes no terceiro ato: a crise de pânico no carro do amigo e o momento em que recebe a anestesia. Carismático, o ator jamais força a barra,  e conduz o filme com segurança. Seth Rogen faz o papel que nasceu para fazer: o de melhor amigo divertido e maconheiro. E o faz bem. Mas, como fã do ator, aguardo ansioso o dia em que ele saia de sua zona de conforto. Anna Kendrick é uma gracinha, mas falta alguma coisa, como em todos os seus trabalhos. Fechando o elenco, <strong>Anjelica Huston</strong> e <strong>Bryce Dallas Howard</strong>criam figuras fortes e tem pequenos momentos brilhantes em que roubam o filme para si.</div>
<div>O desfecho pode parecer certinho demais, mas me lembrou o comentário de <strong>Terry Gilliam</strong> para os críticos que reclamaram do final de <strong>O Pescador de Ilusões</strong>, considerado por alguns deles como &#8220;feliz demais&#8221;: <em>&#8220;Não dá pra criar um filme com personagens assim só para atropelá-los com um trem no final&#8221;</em>. A mesma lógica faz sentido aqui. Só lamento a necessidade de terminar a obra com um romance bobinho: tira muito do encanto de um terceiro ato muito bem construído.</div>
<div></div>
<div><strong><br />
</strong></div>
<div><span style="color: #ff0000;"><strong>NOTA: 8,5</strong></span></div>
<div class="google_plus_one" style="margin:30px 0 15px 0;"><g:plusone size="standard" count="true" url="http://www.galoclandestino.com.br/critica-5050"></g:plusone></div><div class='wpfblike' style='height: 60px;'><fb:like href='http://www.galoclandestino.com.br/critica-5050' layout='default' show_faces='true' width='400' action='like' colorscheme='light' send='false' /></div>]]></content:encoded>
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